Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
BIOMEDICA ACUPUNTURISTA. Biomédica pela UMC 1987. Lato Sensu em Medicina Tradicional Chinesa e Acupuntura - ETOSP. Especializações: Saúde Pública - São Camilo e Medicina Tradicional Chinesa e Acupuntura - ETOSP. Experiências: Análises Clínicas, aulas no curso técnico de Patologia Clínica (Hematologia, Parasitologia, Imunologia, Microbiologia, Fundamentos da Patologia, Biologia, Programas de Saúde, Anatomia e Fisiologia Humanas). Assessora Científica. Artigos no Jornal Centro em Foco (http://www.jornalcentroemfoco.com.br/vivasaude.html). Redação da coluna “Dicas de Saúde” para o jornal norte americano “BR POINT”. Palestras sobre temas de saúde e Acupuntura. Atualmente atuo como BIOMÉDICA ACUPUNTURISTA em consultório particular onde viso o tratamento do individuo integralmente. Utilizo acupuntura sistêmica, LASER-acupuntura, moxa, eletro-acupuntura, ventosa e florais. Sou Professora de Micro e Imunologia no curso técnico em Massoterapia e do curso Lato Sensu de Acupuntura e MTC da ETOSP. Coordenadora do ambulatório de LASER ACUPUNTURA da ETOSP - Escola de terapias Orientais de SP

sexta-feira, 29 de maio de 2009

SAL REFINADO X SAL MARINHO NATURAL



Mas o sal refinado não é marinho?

O sal refinado é "produzido" a partir do sal marinho. Entretanto lhe são extraídos diversos nutrientes e em contrapartida, são adicionados muitos aditivos químicos altamente prejudiciais à saúde.

Porque o sal refinado faz mal à saúde?

Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho.
Durante a industrialização, sal marinho passa por uma lavagem onde são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, para prevenir o bócio. Porém, o iodeto geralmente é usado numa quantidade superior à quantidade normal de iodo do sal natural, predispondo o organismo a doenças da tireóide como nódulos, tumores e câncer.

Também são perdidos enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros minerais que representam excelente fonte de lucros para as industrias que extraem esses elementos do sal bruto.
Como os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz, é adicionado um estabilizante, a dextrose. Esta, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal uma coloração roxa, então um alvejante é adicionado, o carbonato de sódio (que pode provocar cálculos renais e biliares).

No processo de lavagem também são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis.
Em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como cálcio natural, cobre, molibdênio e zinco.

No processo de industrialização do sal normalmente se faz uma lavagem a quente para clarear melhor o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação de enzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.

Depois de empobrecido, o sal industrial recebe aditivos químicos.
Além do oxido de cálcio que evita que o sal se liquefaça (e favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar), o sal receberá também ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos.

Entre as perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio. A escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.


Principais efeitos do sal refinado e doenças associadas:

Hipertensão arterial, edemas, eclampsia, arteriosclerose, cálculos renais e biliares, hipoplasia da tireóide, nódulos da tireóide...

Principais aditivos químicos do sal refinado:

Iodeto de potássio, óxido de cálcio, carbonato de cálcio, ferrocianeto de sódio, prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio, dextrose, talco mineral.


Quais as vantagens do sal marinho natural?

O sal marinho contém cerca de 84 elementos benéficos à saúde que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais.
Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, pois o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é agradável ao paladar.


E se eu não encontrar no supermercado, como farei para obter o sal marinho?

Você pode comprar o sal marinho grosso (aquele usado em churrascos), bater no liqüidificador e depois passar por uma peneira.


O que pode significar na minha vida esta mudança alimentar?

Saúde: Melhor controle da pressão arterial, ingestão barata de minerais essenciais à saúde, além de evitar se “envenenar” com as maciças doses de aditivos usadas no sal refinado industrializado.

A princípio, parece um exagero lhe propor mais esta mudança na sua rotina de vida. Mas trata-se de um detalhe que pode mudar sua vida quando aliado a outras dicas saudáveis que mensalmente você tem o privilégio de receber como um presente do Jornal Centro em Foco.
Agora que você conhece os perigos do sal refinado industrializado, afaste este mal da sua vida.




19 comentários:

  1. Vera

    Gostei dessa matéria do sal.
    Sabia poucas coisas a respeito do sal refinado.

    Um abraço

    Lal

    ResponderExcluir
  2. Já havia lido sobre como o sal refinado nos faz mal,inclusive os a maioria dos Portugueses usam sal grosso.
    Muito boa a materia e já postei em meu twitter.
    Abraços

    ResponderExcluir
  3. Simplesmente sensacional a matéria sobre este dois tipos de sal, mas onde encontro esse sal marinho natural?
    Desde já agradeço pela colaboração!

    ResponderExcluir
  4. Muito bom esse artigo. OTIMA Dra Vera!Parabéns.
    Helen

    ResponderExcluir
  5. Há bastante tempo percebi que o sal marinho "rende" mais que o refinado e mudei também pelo paladar. Mas só hoje pude saber que realmente existem muitas vantagens em se usar o marinho. Obrigada pelas informações!

    ResponderExcluir
  6. OBRIGADA JA ERA O SAL REFINADO EM MINHA VIDA E DOS MEUS FILHOS MUITO OBRIGADA

    ResponderExcluir
  7. A melhor explicação já encontrada na internet. parabéns Dra Vera.
    elizabete

    ResponderExcluir
  8. O sal marinho é receitado até pra tratamento de aids. Ver mo google. Tratamento homeopático da aids com ervas e sal marinho. Conheço pessoas que fazem esse tratamento e estão com seus cd4 (células de defesas) muito altas.

    ResponderExcluir
  9. joaquim bessa da silva10 de abril de 2011 12:54

    Tenho uma ferida no pescoço proveniente da psoríasee quem sou portador e também sou hipertenso. Tenho pesquisado o sal marinho e depois desta materia, o sal refinado não entrará mais na minha cozinha

    ResponderExcluir
  10. Já uso o sal marinho há muitos anos e conheço todos os seus benefícios... verdade. Precisamos acabar também com o açucar refinado... isso já é mais difícil, não é ? poderosos do mercado ??

    ResponderExcluir
  11. Só um detalhe/correção: sal marinho e o sal grosso de churrasco não são a mesma coisa, pois o sal grosso comum, encontrando em supermercados, é normalmente refinado. Deve constar na embalagem "sal marinho", grosso ou moído, se for sal grosso refinado, não serve!

    ResponderExcluir
  12. adorei a matéria, era tudo que eu precisava saber.
    parabéns!
    nilza jeol

    ResponderExcluir
  13. Carlos Renato de Almeida Dias21 de novembro de 2012 17:52

    Muito bom, tenho lido tudo o que aparece sobre o sal comum e o sal marinho, ve-se que os carteis estão moncomunados com o governo para explorar nossa saúde é uma verdadeira máfia chefiada pelos nossos governantes. Quanto ao sal grosso, acho que pelo fato dele ser iodado artificialmente, a menos que aja alguma marca que eu não conheça, creio que é a mesma porcaria.

    ResponderExcluir
  14. Gostaria de saber porque não posso usar o sal marinho durante o preparo dos pratos.

    ResponderExcluir
  15. Me sinto enganada!.Tantos anos consumindo alimentos nocivos sem saber da real situação a que somos expostos. Hoje tenho vários nódulos na tireóide e se é ou não pelo sal, pouco importa, estou mudando minha alimentação e da minha família cada vez mais e a diferença é incrível.

    ResponderExcluir
  16. Prezada Dra. antes de mais nada gostaria de parabenizá-la por sua disposição bondoza e amorosa em prover à todos nós informações que são indispensáveis à uma boa saúde. Sou homeopata, fitoterapeuta e formado em Medicina Tradicional Chinesa. Há algum tempo venho estudando sobre o verdadeiro sal marinho. Atualmente estou lendo o Livro: A Deficiencia de Sal, autor: Martin J. Lara, é simplesmente fantástico a explanação que tal autor faz a respeito do sal verdadeiro e dos riscos em se usar o sal de cozinha vendido em supermercados. Gostaria se possível que me enviasse algumas informações à respeito do sal grosso usado para churrasco. Tenho tentado encontrar um fornecedor aqui no Brasil para o sal marinho verdadeiro, mas não tenho conseguido. Peço se for possível que me indique um bom fornecedor para que eu passe à meus clientes. Desejo um grande abraço e mais uma vez, parabéns pelo seu trabalho mais que social.

    Fábio Caldas
    Brasilia, DF
    fkratka@hotmail.com

    ResponderExcluir
  17. Também na minha cozinha não entrarás, sal fino.

    ResponderExcluir
  18. Objetiva e bem intencionada a matéria; lamentável que a grande maioria das pessoas prefere matérias com conteúdo sensacionalista desfocado da realidade que, aliás, poucos conhecem e outros poucos entendem, aceitam e praticam. Parabéns pela matéria!.

    ResponderExcluir