Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
BIOMEDICA ACUPUNTURISTA. Biomédica pela UMC 1987. Lato Sensu em Medicina Tradicional Chinesa e Acupuntura - ETOSP. Especializações: Saúde Pública - São Camilo e Medicina Tradicional Chinesa e Acupuntura - ETOSP. Experiências: Análises Clínicas, aulas no curso técnico de Patologia Clínica (Hematologia, Parasitologia, Imunologia, Microbiologia, Fundamentos da Patologia, Biologia, Programas de Saúde, Anatomia e Fisiologia Humanas). Assessora Científica. Artigos no Jornal Centro em Foco (http://www.jornalcentroemfoco.com.br/vivasaude.html). Redação da coluna “Dicas de Saúde” para o jornal norte americano “BR POINT”. Palestras sobre temas de saúde e Acupuntura. Atualmente atuo como BIOMÉDICA ACUPUNTURISTA em consultório particular onde viso o tratamento do individuo integralmente. Utilizo acupuntura sistêmica, LASER-acupuntura, moxa, eletro-acupuntura, ventosa e florais. Sou Professora de Micro e Imunologia no curso técnico em Massoterapia e do curso Lato Sensu de Acupuntura e MTC da ETOSP. Coordenadora do ambulatório de LASER ACUPUNTURA da ETOSP - Escola de terapias Orientais de SP

sábado, 29 de maio de 2010

Agulhas da qualidade de vida





Agulhas da qualidade de vida
Foto de DANIEL MOBILIA/Diário SP
Vera Lígia Lemos diz que para fidelizar os clientes é preciso ter muita qualidade no atendimento


Matéria de Nathália Braga
editoriatalento@diariosp.com.br



Estudo, conhecimento, técnica, habilidade e preparo. Esses são alguns requisitos para seguir a carreira de acupunturista. “É preciso não ter preconceito para entender que a acupuntura não é uma medicina alternativa, mas um tratamento complexo que tem que ser respeitado”, diz o fisioterapeuta e acupunturista Alexandre Busquim, de 32 anos, que trabalha na clínica Reactive, que fica no bairro de Pinheiros.

Quem atua em algumas áreas da saúde, como medicina, biomedicina e enfermagem, é autorizado a trabalhar com acupuntura. Mas o profissional precisa se dedicar aos estudos, já que as técnicas aplicadas são bem diferentes das usadas na medicina ocidental. Aqueles que não possuem formação superior podem optar por realizar cursos técnicos reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC). No site www.mec.gov.br, você tem acesso às instituições de ensino e treinamentos oferecidos.

“Nossa profissão está em fase de regulamentação e não há definição sobre a exigência de uma graduação na área da saúde. Essa é uma questão que está em discussão”, conta a acupunturista Vera Lígia Lemos, de 44, que trabalha há 15 anos no setor. As chances para quem quer seguir na área são favoráveis, principalmente, pelo aumento da procura por sessões pelos pacientes que buscam tratamentos alternativos à medicina tradicional.

“A acupuntura se popularizou muito nos últimos anos. Ao mesmo tempo que o mercado cresce, existem aqueles profissionais que não estão preparados para atender o público. Um bom acupunturista precisa se especializar constantemente porque ele lida com a saúde de seus pacientes”, comenta Busquim.

Quem pretende seguir carreira tem que administrar as finanças pessoais. O profissional atende em consultório, que pode ser alugado ou próprio, e cobra por sessão. Não há salário fixo e a renda mensal varia de acordo com o número de pacientes atendidos. Uma sessão custa, em média, R$ 65. “Passei um ano no vermelho quando montei meu consultório. Mas quem está começando pode alugar salas. Só é bom tomar cuidado para não pagar muito caro pelo aluguel e ter que aumentar o preço da sessão”, orienta Vera. Segundo ela, para fidelizar clientes não existe mágica: “O retorno depende exclusivamente da qualidade do atendimento prestado.”


05/04/2010
http://www.diariosp.com.br/Talento/21/agulhas+da+qualidade+de+vida

Um comentário:

  1. Tópico muito bom , vai ser importante para mim daqui uns anos , obrigado.

    ResponderExcluir